Como todo o bom brasileiro, gosto de futebol e também tenho minha opinião formada a respeito da nossa seleção como um todo. Aliás, todos nós temos um pouco de técnico e analista, o tema é apaixonante e são quase que inevitáveis as discussões a respeito. Mas não é sobre detalhes técnicos, escalações ou mesmo sobre o treinador que quero emitir minha opinião. O que mais me chamou a atenção esta semana que passou foi o episódio que envolveu o presidente da Republica e depois o narrador da Rede Globo, Galvão Bueno. Galvão num arroubo profético decretou praticamente a demissão do Dunga após a partida contra o Chile. Já o Luís Inácio candidato forte ao “Nobel de Babaquice” após defender o tabagismo, declarou sua admiração pela seleção da Argentina, desconsiderando a nossa. O goleiro Júlio César num gesto elogiável sob todos os aspectos deu o troco à altura sugerindo que ele renunciasse ao cargo e se mudasse para a Argentina. Depois, deu entrevistas contemporizando, admitindo que de certa forma “pegou pesado”, mas demonstrou caráter acima de tudo. O fato é que tanto para Galvão Bueno como para Lula o critério de pensar antes de emitir opiniões seria no mínimo, fazer uso do bom senso. Parafraseando o “célebre filósofo futibolísco” Romário a definição cabe para ambos: “Calados são dois poetas”. VEJA VÍDEO
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