terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Milionário doa fortuna que o fazia infeliz

Um milionário austríaco levou a sério o dito popular de que o dinheiro não traz felicidade e desde então passou a desfazer-se de sua fortuna. Começou fazendo com uma rifa a 99 euros o número, de uma casa nos Alpes pois pretende mudar-se para uma cabana de madeira. A ideia de que dinheiro não tras felicidade há muito se enraizou nas sociedades mundiais, especialmente entre aqueles que vêem no chavão um conforto espiritual face às mazelas das classes menos privilegiadas. Mas para o quase ex-milionário austríaco Karl Rabeder, os milhões são um entrave a uma vida feliz . Aos 47 anos, o austríaco Karl Rabeder é um homem rico e decidiu livrar-se do peso da fortuna pessoal, avaliada em quase quatro milhões de euros. "A minha ideia é ficar sem nada, absolutamente nada", disse. Uma casa na Provença francesa está à venda por cerca de 700 mil euros. Já despachou o Audi presidencial A8, avaliado em cerca de 50 mil euros, e muitos outros bens pessoais. "O dinheiro é contraproducente, impede a felicidade de fluir", disse Karl Rabeder, em declarações ao tablóide britânico "The Daily Telegraph". Sem o luxo que conquistou ao longo de uma vida de trabalho para ele basta-lhe o amor da mulher e uma cabana de madeira nos Alpes para seguir com a vida. "Venho de uma família em que as regras eram trabalhar duro para arrecadar o mais possível", contou. Um modo de vida que seguiu durante muitos anos, mas que, gradualmente, o foi consumindo por dentro. Karl Rabeder vai destinar o resultado das vendas a obras de caridade na América Central e do Sul. O dinheiro vai apoiar soluções de microcrédito, em países como El Salvador, Honduras, Bolívia, Peru, Argentina e Chile.

Retroescavadeira é encontrada no rio Tietê em São Paulo

Que São Paulo capital vive um dos piores momentos de sua história devido as enchentes, há muito não é novidade. Que as chuvas estão sendo numa freqüência fora do normal, também. Que grande parte da população tem muita culpa por jogar lixo nas vias públicas, nos rios e etc. todo mundo sabe. Os noticiários vivem mostrando o mar de garrafas pet, sofás, pneus e outras ‘cossitas mas’ que acabam parando no leito do Tietê, Pinheiros e outros menos votados. Mas agora a capital paulista se superou. Uma retroescavadeira do Departamento de Água e Energia Elétrica foi encontrada no rio Tietê, zona norte de São Paulo no início da tarde desta terça-feira. Trabalhadores no local dizem que máquina estava tombada no meio do rio desde o último dia 25 e hoje teria sido trazida para uma das margens. O veiculo realizava obras na pista da Marginal Tietê no sentido Castello Branco há 15 dias. Um guincho foi acionado para retirar a retroescavadeira e as primeiras informações dão conta de que não há feridos. Do jeito que vai não é de se estranhar se for encontrado um trem, um transatlântico, uma roda-gigante e etc.

Morte de mulher na Índia enterra língua de 65 mil anos

A última pessoa que sabia falar uma das línguas mais antigas do mundo morreu nas Ilhas Andaman, no sudeste asiático. Trata-se de uma mulher, cujo nome era Boa Sr e tinha 85 anos. As ilhas, situadas no Golfo de Bengala, são governadas pela Índia. Boa Sr pertencia à pequena comunidade dos grande andamanenses, um dos quatro grupos étnicos que habitam as ilhas. A língua bo - falada pela tribo do mesmo nome, hoje extinta é uma entre dez línguas faladas pelos grande andamaneses, e teria por volta de 65 mil anos. Linguistas acreditam que esses idiomas já eram usados em assentamentos existentes na região durante o período Pré-Neolítico. Alguns podem ter se originado na África há 70 mil anos. A especialista indiana em linguística Anvita Abbi disse à imprensa que a morte de Boa Sr é significativa porque marca a extinção de uma das línguas mais antigas do mundo. A humanidade acaba de perder um elo vivo que a conectava a culturas que existiram há 70 mil anos. Abbi - que administra o site Vanishing Voices of the Great Andamanese (Voga), dedicado às tribos grande andamanesas, disse: "Durante 30 ou 40 anos, após a morte dos seus pais, Boa foi a única pessoa capaz de falar a língua bo". "Ela sentia muita solidão e teve de aprender uma versão andamanesa do hindi (idioma falado por 70% dos indianos) de forma a se comunicar com as pessoas. "Mas durante toda a sua vida, ela sempre demonstrou um grande senso de humor. Seu sorriso e sua risada, que ressoava na garganta, eram contagiantes". Para Abbi, a morte de Boa Sr é uma perda para intelectuais que querem estudar as origens de línguas antigas, porque uma importante peça do quebra-cabeças desapareceu. "Acredita-se que os idiomas andamaneses sejam os últimos representantes de línguas que datam do período Pré-Neolítico", ela disse. "Os andamaneses, pelo que se acredita, estariam entre os nossos mais antigos ancestrais". Ouça a ultima gravação de Boa Sr falando o idioma Bo.

Nobreza espanhola cria ONG para ricos decadentes

Nobres da Espanha criaram uma ONG com o objetivo de atender aristocratas idosos decadentes, que um dia foram ricos e perderam status social no país. A nova ONG, chamada Fundação Marquesa de Balboa para Anciãos Solitários Decadentes, foi aprovada pelo Ministério de Saúde e Política Social da Espanha. A organização segue a vontade da milionária Isabel de Borbón y Esteban de León, que deixou parte de sua herança para esta causa. No testamento, ela pediu aos amigos da alta sociedade que ajudassem aos nobres que perderam o padrão de vida e dão vexame à classe. De acordo com a inscrição no Ministério, a fundação tem como finalidade “atender e cuidar dos pobres que envergonham e anciãos solitários decadentes”. A ONG impõe como condições básicas para estar na lista de socorridos que os aristocratas decadentes “morem sozinhos ou em condições precárias, com suas famílias ou com pessoas a quem estorvem ou em asilos em mau estado”. A ONG também se propõe a atender “primeiro às mulheres que tiveram no passado boa posição” e depois os outros idosos “da mesma condição social que teve a excelentíssima Senhora Marquesa de Balboa, que necessitem de ajuda e não se atrevem a pedir”. A Fundação é dirigida por aristocratas com título de nobreza. A presidente é a condessa de Cork Leticia Rojas, a vice-presidente é Olivia de Borbón, Marquesa de Villamantilla Perales e todos os responsáveis pelos cargos mais importantes na administração têm o sobrenome Borbón, da família real espanhola. Segundo o Ministério de Política Social, a instituição ainda não tem sede, mas já começa com um capital de 600 mil euros (aproximadamente R$ 1,6 milhão) da herança da Marquesa de Balboa. Ao se tornar fundação de ação social, o grupo de nobres receberá ajuda estatal para as causas de assistência, sem fins lucrativos e com apresentação obrigatória de contas à receita pública. A Marquesa de Balboa já havia ficado conhecida na Espanha após receber uma condecoração do Ministério da Cultura porque doou quadros de seus antepassados de "sangue azul" ao Museu do Prado, em Madri.

Família descobre morte de filho por comentários no Facebook

Uma família australiana descobriu que o filho tinha morrido após ler comentários na rede social Facebook, na internet. Ao acessar o website esperando ler mensagens de "feliz aniversário" na manhã de domingo, as gêmeas Angela e Maryanne Vourlis souberam da morte do irmão mais novo, Bobby Vourlis, 17 anos, num acidente de carro em Sydney, por mensagens de "descanse em paz" enviadas para a página dele. As gêmeas avisaram a mãe que imediatamente ligou para a polícia e recebeu a confirmação da morte de Bobby, seis horas após o ocorrido. Segundo a polícia divulgou, o atraso em comunicar a família deveu-se à dificuldade de confirmar a identidade do adolescente. No momento da ligação da família à polícia, um oficial encaminhava-se para a casa dos familiares para comunicá-los. Bobby, que trabalhava como mecânico de barcos, foi um dos três adolescentes que morreram no acidente de carro que, ao perder o controle, bateu em um poste às 3h15 da madrugada, numa noite em que chovia muito em Sydney. O adolescente morreu instantaneamente, enquanto o motorista, de 19 anos, e uma das três passageiras sentadas no banco de trás, morreram no hospital, horas depois do acidente. As outras duas passageiras de 15 anos sobreviveram. Uma página batizada de R.I.P. Bobby Vourlis (“Descanse em paz, Bobby Vourlis, em tradução literal) foi criada no Facebook para que amigos e conhecidos pudessem entrar em contato. Até agora, milhares de pessoas, conhecidas ou não de Bobby, prestaram homenagem ao adolescente deixando mensagens. Segundo o professor de cultura e mídia David Ritchie, da Universidade de Deakin, na Austrália, há uma grande mudança quanto a forma de enviar condolências hoje em dia, com pessoas usando cada vez mais a internet em vez de visitar a família ou o cemitério. Para Ritchie, as pessoas sentem necessidade de expressar sua dor e comoção em massa, e o Facebook, segundo ele, está sendo usado nesse sentido.

Imagem inédita mostra peixe gigante a 1,5 mil m de profundidade

Cientistas americanos conseguiram filmar o raríssimo peixe-remo, que pode atingir 17 metros de comprimento, no Golfo do México. Essas podem ser as primeira imagens feitas do Regalecus Glesne em seu habitat natural. O grupo de pesquisadores utilizou veículos não tripulados emprestados por empresas petrolíferas para encontrá-lo, pois normalmente só é visto na superfície do mar quando está próximo da morte. “Nós vimos essa coisa vertical, clara e brilhante. Aproximamos um pouco a imagem e dissemos ‘isso é um peixe!’”, disse o coordenador da pesquisa Mark Benfield em entrevista imprensa. O pesquisador da Universidade da Louisiana comentou que, a princípio, julgou que a câmera estivesse filmando um encanamento para extração de petróleo. Para ele, essa deve ter sido uma filmagem inédita do peixe-remo nadando em seu habitat natural, pois um registro colhido no Oeste da África em 2007 não conseguiu confirmar se era mesmo o Regalecus Glesne. O peixe é tido como o mais longo vertebrado de que se tem notícia. Com o veículo operado por controle remoto, os cientistas puderam seguir o peixe-remo por cinco minutos, até que o perderam de vista. As estimativas iniciais são de que o exemplar media de 5 a 10 metros. O registro do Regalecus glesne só foi possível graças ao Projeto Serpente, uma parceria entre pesquisadores de todo o mundo e empresas petrolíferas, incluindo a Petrobras. As companhias permitem que cientistas utilizem sua tecnologia avançada para pesquisas em águas profundas. “Isso proporciona uma oportunidade maravilhosa para aprendermos mais sobre vida nas profundezas do Golfo do México. Termos encontrado o peixe-remo durante nossa exploração foi um bônus fantástico”, declarou Benfield à imprensa. “É tudo muito empolgante. Minha visão para o Projeto Serpente no Golfo do México é estabelecer um grande sistema de observação das profundezas do golfo, usando centenas de veículos não-tripulados”, disse o pesquisador. VEJA VÍDEO

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dobradura em cédula de dinheiro muda o humor de Mao Tsé-Tung

O senso de humor dos chineses tem melhorado significativamente após alguns anos de uma espécie de ocidentalização que pode ser também rotulada de ‘abertura’. A verdade é que o regime ditatorial comunista não terminou, mas parece que tem sido menos duro com o povo. Há bem pouco tempo atrás, pobre daquele que ousasse fazer uma piada relacionando uma autoridade daquele país. Hoje as coisas parecem um pouco diferentes, mais descontraídas. Um chinês usou a sua página no Youtube para mostrar uma animação simples através de dobradura numa nota de 100 Iuan que é o dinheiro deles. Ele conseguiu tornar o líder Mao Tsé-Tung fundador da República Popular da China, mais sério, mais triste, mais alegre, mais feliz e etc. com apenas duas dobras e com posicionamentos diferentes da cédula diante da câmera. VEJA VÍDEO

42 toneladas de veneno de rato serão lançadas por helicóptero em ilha

A prefeitura de uma ilha paradisíaca na Austrália anunciou um plano ousado para tentar acabar com uma praga de ratos: o de lançar 42 toneladas de veneno de helicóptero sobre a ilha. Segundo o prefeito Stephen Willi, o plano é radical mas "não há outra solução para eliminar os ratos de uma vez por todas", disse ele a TV Sky News. "Esse é um dos lugares mais bonitos do mundo, por isso precisamos de um plano detalhado e de resultado", disse. A ilha Lord Howe, a 800 quilômetros da costa de Sydney, está na lista de Patrimônios da Humanidade da Unesco. Os helicópteros lançarão iscas com veneno sobre as áreas não habitadas e nas habitadas, as iscas serão espalhadas manualmente. Antes do lançamento de veneno, pássaros nativos serão enjaulados, animais de estimação, como cachorros e gatos, usarão proteção e vacas e galinhas serão transportadas para fora da ilha por um período de cem dias, quando o veneno perderá seu efeito. Além disso, crianças terão que ser supervisionadas de perto pelos pais. A ilha de Lord Howe, de 57 quilômetros quadrados, possui 350 residentes permanentes, e está tão isolada do restante da Austrália que algumas espécies nativas não são encontradas em nenhum outro local. Dois terços da área são protegidos e o mar que a rodeia é uma reserva marinha. Acredita-se que os ratos chegaram à ilha num barco em 1918. De lá pra cá a população se multiplicou e exterminou cinco espécies de aves, segundo informações da WWF Austrália que ainda disse que os ratos são uma das maiores ameaças à vida selvagem da ilha. Projetos similares de erradicação de roedores já foram implantados antes em locais inabitados, mas esta é a primeira vez que será feito em local com volume de população humana significativo. A operação está marcada para agosto de 2012 e em duas etapas separadas por um período de duas semanas.

Cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos

O consumo moderado de alguns tipos de cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos, segundo um estudo americano publicado pela revista especializada Journal of the Science of Food and Agriculture. Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea. Pesquisas mais antigas já indicavam a importância do silício para o crescimento e o desenvolvimento dos ossos. Apesar disso, alguns nutricionistas advertem que os possíveis benefícios da cerveja podem ser cancelados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão em excesso de álcool por dia aumenta o risco de fraturas dos ossos. O estudo do Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou cem marcas de cervejas comerciais e constatou que elas tinham entre 6,4 e 56,5 miligramas de silício por litro por. Não existem recomendações mínimas para o consumo de silício, já que, segundo o Departamento de Agricultura do governo americano, o consumo do mineral não é considerado essencial. Para os cientistas da Universidade da Califórnia, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também, em menor quantidade, no lúpulo. O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as ales (cervejas de fermentação a temperaturas mais altas) claras e as lagers (com baixa fermentação ou fermentação a frio). Nas cervejas escuras, o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade de silício. Já as cervejas feitas com trigo, teriam uma quantidade pequena de silício. Os resultados da pesquisa mostram também que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a combater a osteoporose, doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas. O estudo foi coordenado por Charles Bamforth, professor de ciências da cerveja na Universidade da Califórnia, num posto acadêmico patrocinado pela fabricante de cervejas Anheuser-Busch.

Esquiador sobrevive a 17 horas sob a neve depois de avalanche

Um jovem de 21 anos que passou 17 horas preso sob meio metro de neve depois de uma avalanche em uma estação de esqui em Evolène, nos Alpes Suíços, foi encontrado vivo no domingo de manhã sofrendo de leve hipotermia. Segundo o chefe da polícia do cantão de Valais, onde fica a estação de esqui, o fato de o esquiador ter sobrevivido foi um "milagre", já que as chances de alguém sobreviver sob uma avalanche diminuem muito depois de algumas poucas horas. “Nunca ouvi falar de um caso como este”, disse Jean-Marie Bornet. “Já é extremamente difícil sobreviver mais de 45 minutos sob uma avalanche.” O jovem, cuja identidade não foi revelada, havia saído para esquiar na hora do almoço, no sábado. Ele normalmente esquiava sozinho e usava pistas não marcadas, o que aumenta o risco de avalanches. Às 16h30, hora local, sua família alertou a polícia afirmando que ele não atendia seu telefone celular. As buscas começaram no sábado à tarde, mas tiveram que ser interrompidas durante a noite, por causa do risco de novas avalanches. As equipes de resgate identificaram a pista em que o jovem havia desaparecido e os rastros de seu esqui. No amanhecer de domingo, equipes de resgate sobrevoando de helicóptero o local do desaparecimento detectaram um movimento na neve. Ao escavar o local, encontraram o jovem, lúcido, com sintomas leves de hipotermia. De acordo com a polícia, o jovem conseguiu manter uma câmara de ar sob a neve, o que garantiu sua sobrevivência. Ele teria feito movimentos com a cabeça logo depois do incidente, abrindo espaço na neve. Além disso, estava usando as roupas corretas e foi ajudado porque a temperatura não caiu tanto à noite. Dezenas de esquiadores morrem em avalanches nos Alpes Suíços a cada ano.

Britânico que viveu dois anos com lobos lança livro

Um britânico que passou quase dois anos vivendo, se alimentando e dormindo com uma família de lobos, sem qualquer contato com humanos, acaba de publicar um livro contando sua história. Em The Man Who Lives With Wolves ("O Homem que Vive com os Lobos"), publicado pela editora Harper Collins, Shaun Ellis narra em parceria com Penny Junor suas experiências com esses animais selvagens. Ellis, um pesquisador do comportamento dos lobos, viveu por quase sete anos com uma tribo americana, no Estado de Idaho, no oeste dos Estados Unidos, para aprender mais sobre esses animais, período em aprendeu a observá-los e a entender como eles se relacionam. Depois de conseguir se aproximar dos lobos, passou dois anos como membro de uma matilha. São desse período as principais experiências narradas no livro. Mais tarde, de volta à Inglaterra, ele se estabeleceu no Parque de Vida Selvagem Combe Martin, onde continua lidando com lobos. Lá, Ellis adotou três filhotes abandonados ao nascerem e assumiu o papel de líder da família. Ellis compara a família dos lobos à sua própria. “Fui criado pelos meus pais e também pelos meus avós, assim como os lobos são. Isso parece criar aquele equilíbrio natural, em que os menos experientes ganham experiência e conhecimento por ter um animal mais velho para guiá-los”, disse. O momento mais assustador que enfrentou, segundo ele, foi quando um lobo aparentemente “lhe disse” para não ir ao rio tomar água. “Ele o fez de uma forma muito agressiva, mordendo partes do meu corpo e chegando ao ponto de me derrubar dentro de uma árvore oca”, narra Ellis.Horas depois, o mesmo lobo lamberia o seu rosto e o conduziria ao rio, onde Ellis encontraria sinais de que um urso gigante havia passado por ali. “Então, na verdade, aquele lobo havia salvo minha vida”, lembra. Para ele, a decisão mais difícil de sua vida foi ter de deixar sua família de lobos para trás e voltar à civilização, retomando seu lado humano. “Levou meses até que eu voltasse a ter qualquer interesse na humanidade”, revela.

Artista usa 2 mil salgadinhos para criar retrato de comediante

Um artista de uma escola especializada em fazer arte usando matérias-primas incomuns apresentou um retrato feito inteiramente com salgadinhos de queijo. Mais de 50 pacotes, ou algo próximo a 2 mil salgadinhos, foram usados para criar o rosto do comediante americano Conan O’Brien. VEJA VÍDEO

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Fotógrafo 'convenceu' martim-pescador a pousar para sua câmera

Estrategicamente empoleirado num galho o ‘nosso amigo’ martim-pescador esta concentrado apenas numa coisa: o seu almoço. Mesclando as cores alaranjada e azul cobalto lança-se como um torpedo na água em busca de peixinhos saborosos e nutritivos. Após capturá-los ele bate contra o lado da vara que serviu de puleiro para matá-lo eantes de engoli-lo inteiro. Em seguida volta a sua atenção sobre a segunda vítima para dar seqüencia a refeição. Normalmente esse ‘borrão’ de atividade é muito difícil de ser capturado por uma câmera. Primeiro pela velocidade da ação da ave e segundo por que normalmente as águas são bastante turvas impossibilitando a nitidez de imagens. Mas numa simbiose entre homem e pássaro, o naturalista amador Adrian Groves conseguiu ‘convencer’ um dos vários martins a mergulhar num pequeno tanque de vidro cheio de peixinhos. E a postos, na beira de um rio ele clicou a ação da ave em detalhes. Groves, 44 anos, motorista de ônibus viu pela primeira vez um martim-pescador quando estava tentando fotografar abutres e falcões, perto de sua casa em South Dorset.

Frota de veículos cresce mais onde há menos dinheiro no país

A crescente facilidade para financiar carros e, mais recentemente, os incentivos do governo falaram mais alto à população das capitais mais pobres do país, que lideraram o crescimento na frota de automóveis em 2009, durante a crise. A tomada das ruas nessas cidades preocupa especialistas, pela falta de planejamento público e pelo fato de algumas já conviverem com congestionamentos. Levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo mostra que em 10 das 15 capitais onde a frota cresceu acima da média entre 2008 e 2009 a renda per capita é inferior a R$ 14,5 mil reais, valor médio do Brasil. Os dados de expansão da frota são do Departamento Nacional de Trânsito e de renda per capita, do IBGE. Durante o período, o governo manteve reduzido o IPI para carros novos. Benefício que será cortado no dia 31 de março. As 15 capitais com aumento de frota superior à média estão fora do eixo Sul-Sudeste. Onze são do Norte ou Nordeste que, com exceção de Manaus, são as que têm a pior renda. Teresina, dona da pior renda per capita do país, R$ 8,3 mil, tem 10,6% mais carros do que tinha ao fim de 2008, ou 118,6 mil automóveis -um carro para cada seis pessoas. A campeã em crescimento de frota na crise foi Porto Velho, com expansão de 15,7%. Hoje são 59,7 mil carros nas ruas da cidade, um para cada seis habitantes. A capital rondoniense tem a 10ª pior renda do país, R$ 11,7 mil. No Brasil, a frota cresceu 7,7% e chegou a 34,5 milhões de carros, dois para cada onze habitantes. Dona da terceira maior renda per capita do país -R$ 29,4 mil- São Paulo absorveu 5,2% mais carros em 2009, segundo o Denatran. São mais 223 mil carros -ou duas frotas de Vitória- disputando espaço. Segunda em renda, com R$ 41 mil por pessoa, Brasília tem 7,9% mais carros circulando do que há um ano, passando de 798 mil para 861 mil veículos. O fenômeno de crescimento da frota em capitais pobres começou faz cinco anos.

Artista fotografa 'paisagens' feitas com algodão e temperos

O artista americano Matthew Albanese, de Nova Jérsei, começou a criar suas maquetes de paisagens há dois anos, quando estava insatisfeito com seu trabalho. Ele conta que passa horas construindo as maquetes, usando materiais comuns como algodão, temperos de cozinha e massas de gesso e cimento, que depois "ganham vida" quando são fotografadas, graças à iluminação e ao ângulo da câmera. "Todo aspecto, da construção à iluminação da maquete final, é cuidadosamente pré-planejado usando métodos que forçam a perspectiva do espectador quando fotografados de um ângulo específico", diz Albanese. "Usando uma mistura de técnicas como escala, profundidade de campo, equilíbrio de cores e iluminação, consigo alterar drasticamente a aparência dos materiais que uso." O artista afirma que todas as maquetes fotografadas acabam destruídas, já que elas são, normalmente, feitas a partir de materiais que não duram muito. "As maquetes, normalmente, são completamente diferentes ao vivo", diz o artista, cujas paisagens, às vezes, são feitas em maquetes separadas, depois usadas para formar uma composição. Algumas delas também são destruídos no próprio processo de fotografia. VEJA SLIDES

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Letônia leiloa cidade da era soviética por US$ 3 milhões

A Letônia vendeu uma cidade inteira que no passado foi usada como base militar soviética. A cidade deserta, conhecida como Skrunda-1, foi vendida em leilão e arrematada por uma empresa russa, Aleksejevskoje-Serviss, por US$ 3 milhões - cerca de dez vezes o preço esperado, de acordo com autoridades locais. Ela inclui 45 hectares de terra, dez prédios de apartamentos, duas casas noturnas, um shopping center, um jardim da infância, quartel e uma sauna. A cidade, 150 quilômetros a oeste de Riga, foi abandonada depois que os soldados russos deixaram a Letônia, em 1994, depois da desintegração da União Soviética. "É positivo que a propriedade, que está vazia há muito tempo e onde não há atividade econômica, tenha sido vendida", disse a agência de privatizações da Letônia. Não foi revelado para que será usada a cidade. Skrunda-1 era um povoado fechado, que não aparecia nos mapas soviéticos porque era usado como base para radares antimísseis.