terça-feira, 20 de março de 2012

Capela flutuante é atração para eventos como casamentos, concertos e leituras

Uma pequena capela construída em cima de uma espécie de balsa é uma atração turística que será utilizada para eventos tais como casamentos, concertos e leituras a partir do dia 20 de março. Ela ainda esta em fase de acabamento, mas já chama a atenção por ser um local inusitado e um sonho de muitas pessoas. Qualquer evento em um navio é comum, ele é enorme, parece uma cidade e não dá nem para se perceber se esta parado ou andando. Agora, casar ‘flutuando’, numa pequena capela num lago, deve ser algo para lá de romântico. A capela se chama ‘Vineta’ e se encontra a disposição de todos aqueles que quiserem casar ou comemorar aniversário navegando em um lago próximo a cidade de Leipzig, Alemanha.

Suecos desenvolvem tenda inflável em formato de iglu

Desenvolvido na Suécia, o Iglounge é uma tenda inflável que tem formato de iglu. A cobertura, que pode ser utilizada para eventos e festas temáticas, tem opções variadas de tamanho e diferentes combinações de montagem. A estrutura é capaz de acomodar dezenas de pessoas, tanto sentadas quanto em pé, além de oferecer espaços para mesas e outros objetos decorativos. Além da praticidade no montar e desmontar, pontos fortes do Iglounge ficam por conta da luminosidade e conservação da temperatura ambiente. A princípio, o produto ainda não está disponível para o mercado brasileiro.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Seca ameaça fauna britânica

A fauna da Grã-Bretanha pode ser atingida se a seca que atinge boa parte do país continuar. Em algumas partes da Inglaterra, os últimos 18 meses foram os mais secos desde o início das medições. A agência britânica de meio ambiente disse que é possível que alguns rios fiquem secos antes que espécies de insetos aquáticos como libélulas possam se reproduzir, gerando um desequilíbrio. Para atenuar os efeitos da seca, o governo prometeu flexibilizar o uso de água de alguns rios, permitindo uma melhor distribuição dos recursos. VEJA VÍDEO














Parecem, mas não são fotografias, são imagens feitas a lápis

Desenhos que podem ser confundidos com fotografias são a especialidade do artista hiperrealista escocês Paul Cadden, que é parte de uma exposição em uma galeria de Londres. Com lápis e papel, Cadden faz desenhos ricos em detalhes e expressões. As imagens estão sendo expostas na galeria londrina Plus One, especializada em hiperrealismo. A exposição engloba 16 artistas hiperrealistas. Mas as obras de Cadden ficarão permanentemente no local, ou até que sejam vendidas - algumas chegam a custar até 5 mil libras, ou quase R$ 15 mil. Na opinião de Cadden, suas obras 'intensificam o normal'. Segundo o jornal britânico Daily Mail, o artista leva em torno de três a seis semanas para produzir cada obra. Um porta-voz da galeria disse ao jornal que, à primeira vista, as imagens parecem mesmo com fotografias. 'Mas, vendo-as ao vivo, de perto, você percebe que é um desenho. Os detalhes são incríveis'. VEJA SLIDES

Cartão de crédito permite parcelamento de compras em até 200 vezes

Uma nova empresa de cartões de crédito entra em operação no Brasil este mês interessada em um mercado que, em dez anos, quintuplicou seu faturamento. Para competir com as redes já presentes, a Shopcards oferecerá como diferencial o parcelamento em até 200 vezes, juros similares aos cobrados no mercado e serviços personalizados. Um deles é o envio de mensagem ao cliente informando o recebimento, pela loja, de uma coleção de roupas que combinam com o sapato adquirido na última compra. O contato só é feito se o consumidor preencher ficha autorizando receber e-mails, mensagem no celular ou telefonemas. “Nossa meta é ter 600 mil clientes até o fim do semestre e dois milhões no início do segundo ano de operação”, diz Waldemar Petty, presidente da Shopcards. “Construiremos um banco de dados para oferecer aos compradores o que realmente possa interessá-los de maneira elegante e eficaz”, afirma Petty. “Queremos ser a Apple desse mercado.” O Shopcards vai atuar nas redes de varejo e deve ter parceria com até 12 bancos. Oito já firmaram acordo. A rede também vai entrar em segmentos como clínicas, consultórios médicos e dentários, estacionamentos e taxistas, informa Petty. Segundo ele, o grupo vai fornecer gratuitamente as máquinas de cobrança, (em média, os lojistas pagam R$ 150 ao mês pelo “aluguel”) e isenção do porcentual pago pelo comerciante sobre o valor da compra.

domingo, 18 de março de 2012

Fósseis encontrados na China podem ser de nova espécie humana

Fósseis de 11.500 a 14.500 anos atrás encontrados em duas cavernas no sudoeste da China há décadas, só agora estão sendo estudados por arqueólogos e podem ser de uma nova espécie do gênero humano. Os pesquisadores encontraram uma mistura incomum de características anatômicas arcaicas e modernas, como rosto achatado, cérebro redondo e mandíbula recuada. Os cientistas ainda não conseguiram extrair o DNA do material, por isso ainda não se sabe se esses hominídeos são da espécie Homo sapiens, como os humanos modernos, ou de uma nova espécie. Os estudiosos, porém, acreditam mais na hipótese de que eles sejam representantes de uma outra linhagem. “Estes novos fósseis podem ser uma espécie previamente desconhecida, que sobreviveu até o final da Idade do Gelo, em torno de 11 mil anos atrás”, diz o líder da pesquisa, Darren Curnoe, da Universidade de New South Wales, em Sidney, na Austrália. Três dos indivíduos foram encontrados em 1989 por arqueólogos chineses na caverna Maludong, perto da cidade de Mengzi, província de Yunnan, na China. O fóssil de outro hominídeo foi descoberto dez anos antes, em uma caverna próxima à aldeia de Longlin, província de Guangxi, também no sudoeste chinês. O estudo desses fósseis poderá esclarecer alguns dos enigmas da ocupação da Ásia. Os cientistas estão chamando o grupo de “povo do veado vermelho”, referência a um dos animais caçados na região da caverna àquela época. “A descoberta abre o próximo capítulo da história da evolução humana – o capítulo da Ásia –, história esta que está apenas começando a ser contada”, disse Curnoe. Estes são os primeiros fósseis de hominídeos com menos de 100 mil anos encontrado nas terras continentais do Leste asiático. Outra espécie encontrada na Ásia, o Homo floresiensis, por exemplo, viveu até 13 mil anos atrás, mas foi descoberta no arquipélago da Indonésia. A pesquisa foi publicada no periódico PLoS ONE.

Grandes olhos de lulas gigantes ajudam a despistar predadores

Pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, descobriram porque as lulas gigantes têm olhos tão grandes, chegando ao tamanho de bolas de basquete. Segundo estudo publicado na última edição da revista Current Biology, a dimensão e o formato dos olhos dá às lulas a capacidade de perceber a aproximação dos predadores, em especial as baleias cachalotes (Physeter catodon). As grandes lulas são de dois tipos, as colossais (Mesonychoteuthis hamiltoni) e as gigantes (Architeuthis spp.). Elas são os dois maiores invertebrados existentes na Terra, alcançando 9 metros de comprimento e o peso de cinco homens adultos juntos. O biológo Sonke Johnsen, autor da pesquisa disse que os olhos gigantes das lulas são capazes de captar mais luz, quando comparados aos de animais de tamanhos semelhantes, mas com olhos menores. Essa luz extra melhora a capacidade das lulas de detectarem pequenas diferenças de contraste nas condições turvas de águas profundas. Como as cachalotes – principais predadores das grandes lulas – agitam microrganismos bioluminescentes presentes na água, os grandes olhos do molusco conseguem perceber facilmente a aproximação da baleia. A visão potente das lulas gigantes e colossais consegue perceber a luz que esses microrganismos emitem a uma distância de até 120 metros. A este ponto, porém, a baleia já conseguiu detectar o molusco, por meio de seu sistema de sonar. Por isso, olhos do tamanho de bolas de basquete seriam úteis para a lula não exatamente por impedirem que a baleia as enxergue, mas para dar tempo de planejar uma fuga bem sucedida. "Foi a predação por baleias grandes e com dentes o que levou à evolução de um gigantismo nos olhos dessas grandes lulas", conclui Johnsen no estudo.

Historiador acredita ter descoberto indícios de 'A Batalha de Anghiari' de Leonardo da Vinci

“Quem procura acha.” Assim o pesquisador italiano Maurizio Seracini (à esq.) respondia, ao longo das últimas quatro décadas, quando tentavam desacorçoá-lo em sua busca pelo afresco A Batalha de Anghiari, do mestre renascentista Leonardo da Vinci (1452-1519). Na semana passada, no entanto, por detrás de uma parede falsa do Palácio de Florença, atual sede da prefeitura da cidade, descobriu-se uma pintura de Giorgio Vasari (1511-1574) – e, nela, uma pista incrível, digna dos gênios a intuírem a perenidade de seu legado artístico: há na pintura uma bandeira com o dito “quem procura acha”. Para Seracini foi a revelação, a sua máxima combinando com o escrito de 447 anos. Agora, a prova: encobertas pela obra de Vasari, existem em A Batalha de Anghiari imagens com pigmentos negros cuja composição química é compatível com os pigmentos de Mona Lisa. E assina Mona Lisa, claro, Leonardo da Vinci.

sábado, 17 de março de 2012

Felix Baumgartner conseguiu pular de mais 21,8 mil metros de altura

O piloto de helicóptero Felix Baumgartner, 41, passou ileso no primeiro teste, na quinta-feira (15), ao pular de 21.818 metros de altura e pousar com segurança ao solo; no caso, o Novo México (EUA). A meta do austríaco é bater o recorde de queda livre ainda neste ano, tornando-se o primeiro homem a pular a 36.576 metros, transportado por um balão. A essa distância, ele estará saltando na região da estratosfera. A prova é importante para testar a resistência do traje especial que Baumgartner terá de usar nos próximos saltos. Trinta e nove itens foram checados antes de ele despressurizar manualmente a cápsula que o levou às alturas, abrir a porta e se posicionar na plataforma de salto na parte externa. O piloto se deslocou em queda livre a uma velocidade de 586,44 km/h durante três minutos e 43 segundos. Depois, abriu seu paraquedas a 2.404 metros acima do mar, pousando finalmente na terra, a 48 km de distância da cidade de Roswell. O recorde atual é de 1960, quando o militar Joe Kittinger, na época com 52 anos, saltou de uma altura de 31.400 metros. Kittinger ficou em queda livre por 4,5 minutos e atingiu a velocidade de 988 km/h. Para se ter um comparativo, a velocidade do som é um pouco mais, atinge 1.200 km/h, ao nível do mar. Com mais de 2500 saltos, Baumgartner ja pulou do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, do viaduto de Millau, no sul da França entre outros tantos lugares. VEJA VÍDEO (em inglês)

Funcionário de loja reage a assalto com fita adesiva e cervejas

Imagens da câmera de segurança de uma loja no norte da Escócia, registraram uma tentativa de assalto frustrada. A câmera flagrou Christopher Baird, de 18 anos, tentando levar o dinheiro do caixa após ameaçar o funcionário com uma faca. Mas o funcionário da loja, Euan Brown, reagiu com o que encontrava pela frente. Depois de tentar desarmar o jovem, ele atingiu o ladrão na cabeça com uma base de fita adesiva. Brown conseguiu afugentar o ladrão ameaçando atirar as latas de cerveja que estavam no balcão. VEJA VÍDEO