A fotógrafa Angi Nelson passou a registrar sapos como forma de 'terapia' após ter sido diagnosticada com síndrome da fadiga crônica. Ela contou que é fascinada por tudo que diz respeito aos sapos, desde a cor até o comportamento típico deles. Seu trabalho requer flagrar os animais em poses inusitadas, mantendo uma distância deles de apenas seis centímetros e usando lentes macro que oferecem grandes ampliações. Sapos e répteis foram os primeiros temas de suas imagens e não foi difícil encontrá-los, já que seu namorado possui duas lojas especializadas em répteis. VEJA SLIDES
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