É bem complicado, mas ao mesmo tempo por mais paradoxal que possa parecer, se torna fácil entender o desabafo de Sócrates. Explico: A Seleção Brasileira dos Sonhos, do ‘futebol arte’, que teve o maior numero de craques segundo alguns e da qual ele fez parte, não passou de meros ‘sonhos’, foi um fracasso competitivo, mas ele tem a obrigação de defender. A complicação toda fica por conta de ele tentar profetizar, ou ainda, do exercício de futurologia que na verdade mais parece mais uma ‘dor de cotovelo’ do que o comentário de alguém que já foi do ramo. Futebol não é circo é espetáculo, mas o que o mantém é o lado competitivo. Ninguém vai a um estádio para ver malabarismos ou apenas peripécias alegóricas. Quem paga ingresso quer ver o seu time ganhar, nem que seja com um gol feito com a mão nos descontos do segundo tempo. E o nosso amigo Sócrates poderia sair do anonimato menos amargo, mais patriota e menos negativo. Há pouco mais de 20 dias ele profetizou que o Brasil não passava da primeira fase. VEJA VÍDEO
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