Criador suíço fabrica relógios com 'cocô fossilizado' de dinossáuro
Depois de utilizar pó da Lua e óxido do Titanic, o relojoeiro suíço Yvan Arpa resolveu incorporar excrementos de dinossauro a seu novo modelo de relógio. A invenção foi apresentada na semana passada durante o Salão de Baselworld, realizado na Basiléia, norte do país europeu. "Decidimos ir ainda mais longe e utilizar o material proibido, o coprólito" (termo utilizado em paleontologia para designar os excrementos fossilizados), comentou o fundador da sociedade fabricante de relógios Artya. "Felizmente, a cor interna é magnífica, além de ter 100 milhões de anos, e é a antimatéria por excelência", acrescentou. A matéria fecal, ou no popular: ‘o cocô pré-histórico’ utilizado, proveniente de um dinossauro herbívoro cuja espécie não foi determinada, serve de fundo branco nacarado, com riscados cinza e laranja, sobre o qual se destacam dois ponteiros negros. Cada exemplar, vendido por 12 mil francos suíços (cerca de R$ 20 mil), é único e possui certificado. O fabricante já havia chamado atenção após exibir um relógio no valor de 300 mil francos suíços (R$ 505 mil) que não indicava a hora, mas apenas se era dia ou noite. O designer de 45 anos também criou relógios que funcionam através de descargas elétricas que podem atingir um milhão de volts. Yvan Arpa diz que pensa de maneira diferente e quer desconstruir o mundo tradicional da relojoaria.
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