O gato Clyde, que estava desaparecido havia três anos de sua casa, na ilha australiana da Tasmânia, finalmente reapareceu, a 3,8 mil quilômetros de distância, em Queensland. A dona já havia perdido as esperanças de reencontrá-lo quando foi contactada por uma veterinária, que havia descoberto que o bichano tinha um microchip com informações sobre sua dona. Ainda não se sabe exatamente o que aconteceu com Clyde e como ele foi parar em Queensland. A única informação confirmada é que lá ele foi acolhido por uma enfermeira, que cuidou dele por um ano. "Não sabemos como ele chegou lá, mas sabemos que ela é enfermeira e mora ao lado de um estacionamento de trailers. Ele pode ter sido levado, pode ter entrado num veículo sem que os donos soubessem e finalmente parando na casa da enfermeira. Ele pode ter ido para o hospital onde ela decidiu lhe dar comida e depois levá-lo para casa. Ela cuidou dele muito bem", disse a dona do felino, Katrina Phillips ao The Guardian. Mas a enfermeira teve que se mudar e acabou levando Clyde para uma veterinária, que descobriu que ele tinha um microchip. Depois de checar a identidade do gato, ela localizou a dona na Tasmânia. Katrina Phillips e a filha, Ashleigh Sullivan, não conseguiram conter a emoção quando se reencontraram com Clyde nesta quarta-feira. Elas dizem que ele foi muito bem tratado e está até um pouco acima do peso.quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Gato desaparecido é encontrado a 3,8 mil km de casa
O gato Clyde, que estava desaparecido havia três anos de sua casa, na ilha australiana da Tasmânia, finalmente reapareceu, a 3,8 mil quilômetros de distância, em Queensland. A dona já havia perdido as esperanças de reencontrá-lo quando foi contactada por uma veterinária, que havia descoberto que o bichano tinha um microchip com informações sobre sua dona. Ainda não se sabe exatamente o que aconteceu com Clyde e como ele foi parar em Queensland. A única informação confirmada é que lá ele foi acolhido por uma enfermeira, que cuidou dele por um ano. "Não sabemos como ele chegou lá, mas sabemos que ela é enfermeira e mora ao lado de um estacionamento de trailers. Ele pode ter sido levado, pode ter entrado num veículo sem que os donos soubessem e finalmente parando na casa da enfermeira. Ele pode ter ido para o hospital onde ela decidiu lhe dar comida e depois levá-lo para casa. Ela cuidou dele muito bem", disse a dona do felino, Katrina Phillips ao The Guardian. Mas a enfermeira teve que se mudar e acabou levando Clyde para uma veterinária, que descobriu que ele tinha um microchip. Depois de checar a identidade do gato, ela localizou a dona na Tasmânia. Katrina Phillips e a filha, Ashleigh Sullivan, não conseguiram conter a emoção quando se reencontraram com Clyde nesta quarta-feira. Elas dizem que ele foi muito bem tratado e está até um pouco acima do peso.
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