A polícia de Tóquio, no Japão, começou nesta segunda-feira uma grande operação para tentar combater a bolinagem nos trens de subúrbio e no metrô da cidade. Policiais à paisana já estão atuando em várias linhas, especialmente nas mais movimentadas da capital. Uma pesquisa recente mostra que quase 60% de mulheres jovens já foram molestadas no transporte público, e apenas no ano passado mais de 6 mil pessoas foram presas no país sob suspeita de ter cometido bolinagem ou de tirar fotografias sem autorização. O problema foi parcialmente contornado com a introdução de vagões exclusivamente femininos. O crime da bolinagem pode levar a até sete anos de prisão no Japão. Segundo a imprensa local, a polícia está especialmente preocupada com o fato de alguns criminosos estarem usando a internet para coordenar suas atividades e formar gangues. Vários dos suspeitos presos nos últimos meses teriam confessado à polícia que preferiam determinadas linhas dos trens seguindo recomendações que eles leram na internet. A operação, que também vai contar com a distribuição de panfletos alertando para o problema, deve durar uma semana.segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Bolinagem no metrô vira caso de polícia em Tóquio
A polícia de Tóquio, no Japão, começou nesta segunda-feira uma grande operação para tentar combater a bolinagem nos trens de subúrbio e no metrô da cidade. Policiais à paisana já estão atuando em várias linhas, especialmente nas mais movimentadas da capital. Uma pesquisa recente mostra que quase 60% de mulheres jovens já foram molestadas no transporte público, e apenas no ano passado mais de 6 mil pessoas foram presas no país sob suspeita de ter cometido bolinagem ou de tirar fotografias sem autorização. O problema foi parcialmente contornado com a introdução de vagões exclusivamente femininos. O crime da bolinagem pode levar a até sete anos de prisão no Japão. Segundo a imprensa local, a polícia está especialmente preocupada com o fato de alguns criminosos estarem usando a internet para coordenar suas atividades e formar gangues. Vários dos suspeitos presos nos últimos meses teriam confessado à polícia que preferiam determinadas linhas dos trens seguindo recomendações que eles leram na internet. A operação, que também vai contar com a distribuição de panfletos alertando para o problema, deve durar uma semana.
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