Dois grupos de cientistas (Reino Unido e França) identificaram três novos genes relacionados com a doença de Alzheimer, o que poderá no futuro reduzir até 20 por cento as taxas de incidência da doença. Julie Williams, professora da Universidade de Cardiff (Gales), que esteve à frente da equipa do Reino Unido, afirmou após a publicação da investigação na revista científica «Nature Genetics» que se trata «do maior avanço conseguido na investigação do Alzheimer nos últimos 15 anos».«Se pudermos retirar os efeitos prejudiciais desses genes por meio de tratamentos, poderíamos reduzir a proporção de pessoas que desenvolvem Alzheimer em 20 por cento,» afirmou a cientista, professora de Genética Neuropsicológica na Universidade de Cardiff, no Reino Unido, em conferência de imprensa em Londres.O Alzheimer para o qual não existe um tratamento eficaz, é uma doença neurodegenerativa que se manifesta por alterações cognitivas e comportamentais devido à morte de neurónios e à atrofia do cérebro. A doença afecta mais de 26 milhões pessoas em todo o mundo e estima-se que em 2050 o número de casos deve superar 100 milhões de pessoas.segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Alzheimer: Cientistas descobrem 3 novos genes relacionados com a doença
Dois grupos de cientistas (Reino Unido e França) identificaram três novos genes relacionados com a doença de Alzheimer, o que poderá no futuro reduzir até 20 por cento as taxas de incidência da doença. Julie Williams, professora da Universidade de Cardiff (Gales), que esteve à frente da equipa do Reino Unido, afirmou após a publicação da investigação na revista científica «Nature Genetics» que se trata «do maior avanço conseguido na investigação do Alzheimer nos últimos 15 anos».«Se pudermos retirar os efeitos prejudiciais desses genes por meio de tratamentos, poderíamos reduzir a proporção de pessoas que desenvolvem Alzheimer em 20 por cento,» afirmou a cientista, professora de Genética Neuropsicológica na Universidade de Cardiff, no Reino Unido, em conferência de imprensa em Londres.O Alzheimer para o qual não existe um tratamento eficaz, é uma doença neurodegenerativa que se manifesta por alterações cognitivas e comportamentais devido à morte de neurónios e à atrofia do cérebro. A doença afecta mais de 26 milhões pessoas em todo o mundo e estima-se que em 2050 o número de casos deve superar 100 milhões de pessoas.
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