Pai inglês sugere 'pena de morte' por enforcamento como forma de conter a criminalidade
O número de crimes é crescente no mundo inteiro e estão ficando cada vez mais horrendos. Parece que não existem limites para a selvageria e a morte vem sendo cada vez mais banalizada através dos meios de comunicação. Os requintes de crueldade que vem sendo utilizados pelos facínoras muitas vezes são quase que elogiados quando as reportagens os adjetivam como ‘ousadia’. Ora o termo ousadia é mais condizente com coragem, galhardia, destemor ou arrojo. E, no entanto, com freqüência se vê, lê e ouve frases contendo ‘ousadia’ para banditismo, para atos covardes, para crimes hediondos e etc. A verdade é que o mundo do crime esta atingindo proporções avassaladoras e muitos acreditam que as autoridades já perderam quase que por completo o controle sobre ele. Alegando falta de condições um juiz permitiu que uma quadrilha inteira de assaltantes e ladrões de veículos de carga responda em liberdade. A explicação é de que o crime foi cometido 'sem violência e grave ameaça'. E hoje o jornal inglês The Sun voltou a questionar a ‘PENA DE MORTE’ após Richard Taylor pai de Damilola Taylor, estudante assassinada, ter pedido a volta do enforcamento como forma de conter o crime naquele país. A polêmica ‘pena capital’, por alguns rejeitada, ao que tudo indica é o desejo sim, da maioria das populações nos mais diversos países. Aqui no Brasil logo depois do referendo sobre o desarmamento não faltaram manifestações de que provavelmente o resultado seria semelhante, ou até mais favorável. Para quem não lembra 64% da população disse ‘NÃO’ a pergunta: “O comércio de armas e munições deve ser proibido no Brasil?” Uma coisa somos obrigado a admitir: a maioria dos países não tem pena de morte. Contudo é fundamental se ressaltar também que os países que tem pena de morte, não abrem mão dela. Imaginem como um governo conseguiria controlar um país com a população da China. As ‘cracolândias’ proliferam no mundo inteiro e a solução por parte das ‘autoridades’ fica em participar de manifestações favoráveis à descriminalização das drogas. Sendo o usuário de drogas o principal moto-contínuo de todo o processo que envolve desde a produção até o consumo final é mais do que óbvio a sua importância. Se ele se tornou doente, dependente, ou qualquer outra classificação que se queira dar não se pode negar que ele teve liberdade de escolha, ninguém se torna viciado na marra. E finalizando, nós que não estamos envolvidos nessa desgraça adquirida é vamos ter que arcar com a conta? Sou favorável a ‘PENA DE MORTE’ para todo e qualquer crime hediondo e nele incluo o tráfico de drogas. A pena de morte faz qualquer um pensar antes de cometer um crime. A certeza da impunidade é a ‘coragem’ de que o covarde precisa para agir sem pensar.
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