Um bar na cidade de Utsunomiya, no Japão, tem como atração principal os seus garçons: dois macacos. Ágeis e prestativos, os macacos Yat-chan e Fuku-chan servem bebidas e toalhas quentes para os clientes limparem as mãos. Em troca, ganham feijões de soja como gorjeta ao invés dos inexplicáveis 10% que muitas vezes somos obrigados a pagar (*). O dono do bar Kayabuki, Kaoru Otsuka, diz que Yat-chan aprendeu vendo ele trabalhando no restaurante. “Um dia dei a ele uma toalha quente só para ver o que ele faria e Yat-chan a levou para um cliente,” ele conta. Os macacos se revezam nas tarefas de garçom, cada um trabalha no máximo duas horas por dia, o que é permitido pelas leis de proteção aos animais.
Pitáco;
(*) Garçom é funcionário do estabelecimento e não do consumidor. Se fosse ter como regra a obrigatoriedade dos 10%, o frentista dos postos de combustíveis, o enfermeiro que faz um curativo, o balconista ou vendedor de uma loja, o açougueiro, e etc. também fariam jus a “bufunfa”. Sou radicalmente contra os tais 10%, ou a tal de gorjeta. Em certos países ela é considerada suborno, corrompimento, e etc. com o que concordo integralmente. VEJA VÍDEO
(*) Garçom é funcionário do estabelecimento e não do consumidor. Se fosse ter como regra a obrigatoriedade dos 10%, o frentista dos postos de combustíveis, o enfermeiro que faz um curativo, o balconista ou vendedor de uma loja, o açougueiro, e etc. também fariam jus a “bufunfa”. Sou radicalmente contra os tais 10%, ou a tal de gorjeta. Em certos países ela é considerada suborno, corrompimento, e etc. com o que concordo integralmente. VEJA VÍDEO
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