A primeira impressão que se tem é que a pessoa foi vítima de maus tratos ou pelo menos, sofreu algum tipo de violência física. De certa forma sim, mas eis uma situação em que os meios justificam os fins. Da mala da terapeuta, são retirados chumaços de algodão, álcool, bomba de sucção, isqueiro e uma profusão de objetos de vidro e acrílico semelhantes a copos arredondados. O curioso aparato é a matéria-prima para as sessões de ventosaterapia, técnica da medicina tradicional chinesa usada principalmente para aliviar dores ou contraturas musculares. Os "copos", ou ventosas, são colocados sobre a pele e provocam uma espécie de sucção na região dolorida. O vácuo é criado pela bombinha ou pelo contato das ventosas de vidro com o fogo no algodão. "Costumamos aplicar em pessoas que chegam muito travadas, com muita dor. O alívio é imediato", afirma a terapeuta corporal Alice Keiko Fujiura, fundadora da Keiko's Prevenção e Saúde, em São Paulo. Muito difundida entre os orientais, a ventosaterapia também era comum entre os europeus até o século passado. Além dos atuais vidro e plástico, bambu e chifre de boi já foram usados como ventosas. No caso de tensões mais localizadas, as ventosas podem ficar fixas nos pontos doloridos. Para dores generalizadas, são passadas de um ponto para o outro rapidamente. Existe ainda a possibilidade de fazer um deslizamento com as ventosas sobre a pele umedecida com óleo ou creme, numa espécie de massagem relaxante. "O deslizamento provoca o descolamento das fáscias, tecidos que ficam entre a pele e os músculos. Isso tende a melhorar a mobilidade e a reduzir dores", diz o fisioterapeuta Caio Imaizumi, professor da Escola de Terapias Orientais de São Paulo. LEIA MAISsegunda-feira, 4 de agosto de 2008
Técnica chinesa usa vácuo para aliviar dores e contratura muscular
A primeira impressão que se tem é que a pessoa foi vítima de maus tratos ou pelo menos, sofreu algum tipo de violência física. De certa forma sim, mas eis uma situação em que os meios justificam os fins. Da mala da terapeuta, são retirados chumaços de algodão, álcool, bomba de sucção, isqueiro e uma profusão de objetos de vidro e acrílico semelhantes a copos arredondados. O curioso aparato é a matéria-prima para as sessões de ventosaterapia, técnica da medicina tradicional chinesa usada principalmente para aliviar dores ou contraturas musculares. Os "copos", ou ventosas, são colocados sobre a pele e provocam uma espécie de sucção na região dolorida. O vácuo é criado pela bombinha ou pelo contato das ventosas de vidro com o fogo no algodão. "Costumamos aplicar em pessoas que chegam muito travadas, com muita dor. O alívio é imediato", afirma a terapeuta corporal Alice Keiko Fujiura, fundadora da Keiko's Prevenção e Saúde, em São Paulo. Muito difundida entre os orientais, a ventosaterapia também era comum entre os europeus até o século passado. Além dos atuais vidro e plástico, bambu e chifre de boi já foram usados como ventosas. No caso de tensões mais localizadas, as ventosas podem ficar fixas nos pontos doloridos. Para dores generalizadas, são passadas de um ponto para o outro rapidamente. Existe ainda a possibilidade de fazer um deslizamento com as ventosas sobre a pele umedecida com óleo ou creme, numa espécie de massagem relaxante. "O deslizamento provoca o descolamento das fáscias, tecidos que ficam entre a pele e os músculos. Isso tende a melhorar a mobilidade e a reduzir dores", diz o fisioterapeuta Caio Imaizumi, professor da Escola de Terapias Orientais de São Paulo. LEIA MAIS
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