Pesquisadores japoneses anunciaram ter extraído células-tronco do siso de uma menina de dez anos de idade, sugerindo que o 'dente do juízo' pode ser uma fonte de células terapêuticas no futuro, em alternativa aos embriões humanos. A célula-tronco capaz de se desenvolver fora do corpo e dar origem a outras foi identificada em um experimento do estatal Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada (AIST, na sigla em inglês) do Japão. No experimento, a célula foi extraída de um siso que ficou congelado por três anos e utilizada para criar outras para tratar problemas de fígado. Segundo os cientistas, a vantagem da técnica é que ela contorna problemas éticos associados à extração de células-tronco de embriões humanos. Em vez disso, o material é obtido de dentes do siso descartados, que podem ser facilmente congelados e estocados. Os pesquisadores estimam que em cinco anos o método poderia estar disponível para uso clínico em terapias de recuperação dos tecidos, como doenças ósseas congênitas e disfunções hepáticas. Nos Estados Unidos, dentistas já oferecem o serviço de extrair e estocar células-tronco obtidas a partir de sisos descartados ou dentes de bebês - outra potencial fonte para células terapêuticas no futuro.sábado, 23 de agosto de 2008
Cientistas extraem células-tronco de siso no Japão
Pesquisadores japoneses anunciaram ter extraído células-tronco do siso de uma menina de dez anos de idade, sugerindo que o 'dente do juízo' pode ser uma fonte de células terapêuticas no futuro, em alternativa aos embriões humanos. A célula-tronco capaz de se desenvolver fora do corpo e dar origem a outras foi identificada em um experimento do estatal Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada (AIST, na sigla em inglês) do Japão. No experimento, a célula foi extraída de um siso que ficou congelado por três anos e utilizada para criar outras para tratar problemas de fígado. Segundo os cientistas, a vantagem da técnica é que ela contorna problemas éticos associados à extração de células-tronco de embriões humanos. Em vez disso, o material é obtido de dentes do siso descartados, que podem ser facilmente congelados e estocados. Os pesquisadores estimam que em cinco anos o método poderia estar disponível para uso clínico em terapias de recuperação dos tecidos, como doenças ósseas congênitas e disfunções hepáticas. Nos Estados Unidos, dentistas já oferecem o serviço de extrair e estocar células-tronco obtidas a partir de sisos descartados ou dentes de bebês - outra potencial fonte para células terapêuticas no futuro.
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