A Suíça é o primeiro país do mundo a reconhecer oficialmente que, sob determinadas condições, portadores de HIV podem ter sexo sem preservativo, sem risco de contágio. Comunicado da autoridade sanitária, baseado em estudos de vários países,entre eles o Brasil, gera expectativa entre os pacientes, mas também provoca polêmica. Uma boa notícia para cerca de seis mil suíços portadores do HIV que se encontram em tratamento anti-retroviral: sob determinadas condições, eles podem manter relações sexuais sem camisinha e também ter filhos, sem risco de contágio. Para todos os demais continuam valendo as regras do sexo seguro. É o que informa a Comissão Suíça para Questões Ligadas à Aids (CFS, na sigla em francês), em comunicado oficial publicado no Jornal dos Médicos Suíços. "A Suíça assume um papel mundialmente pioneiro com suas novas constatações", disse o presidente da CFS, Pietro Vernazza. "Uma pessoa portadora de HIV, submetida a uma terapia anti-retroviral que funciona, não transmite o vírus da Aids através de contatos sexuais", afirma a CFS. Para que o tratamento possa substituir o preservativo, no entanto, precisam ser atendidas três condições. Primeiro, a terapia tem de combater o vírus de tal forma que ele não seja mais encontrado no sangue durante seis meses; segundo, ela precisa ser rigorosamente seguida pelo paciente e regularmente controlada pelo médico; terceiro, o paciente não pode ter outras doenças sexuais transmissíveis. Sob essas condições, um casal sorodiferente (em que um dos parceiros é portador do HIV e outro HIV negativo) pode decidir, mediante consulta médica, se continua ou não usando outras medidas de proteção durante a relação sexual. LEIA MAISterça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Portadores de HIV sob terapia efetiva podem ter sexo sem camisinha
A Suíça é o primeiro país do mundo a reconhecer oficialmente que, sob determinadas condições, portadores de HIV podem ter sexo sem preservativo, sem risco de contágio. Comunicado da autoridade sanitária, baseado em estudos de vários países,entre eles o Brasil, gera expectativa entre os pacientes, mas também provoca polêmica. Uma boa notícia para cerca de seis mil suíços portadores do HIV que se encontram em tratamento anti-retroviral: sob determinadas condições, eles podem manter relações sexuais sem camisinha e também ter filhos, sem risco de contágio. Para todos os demais continuam valendo as regras do sexo seguro. É o que informa a Comissão Suíça para Questões Ligadas à Aids (CFS, na sigla em francês), em comunicado oficial publicado no Jornal dos Médicos Suíços. "A Suíça assume um papel mundialmente pioneiro com suas novas constatações", disse o presidente da CFS, Pietro Vernazza. "Uma pessoa portadora de HIV, submetida a uma terapia anti-retroviral que funciona, não transmite o vírus da Aids através de contatos sexuais", afirma a CFS. Para que o tratamento possa substituir o preservativo, no entanto, precisam ser atendidas três condições. Primeiro, a terapia tem de combater o vírus de tal forma que ele não seja mais encontrado no sangue durante seis meses; segundo, ela precisa ser rigorosamente seguida pelo paciente e regularmente controlada pelo médico; terceiro, o paciente não pode ter outras doenças sexuais transmissíveis. Sob essas condições, um casal sorodiferente (em que um dos parceiros é portador do HIV e outro HIV negativo) pode decidir, mediante consulta médica, se continua ou não usando outras medidas de proteção durante a relação sexual. LEIA MAIS
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Um comentário:
Oba, estou livre! Ops, livre só do HIV. Droga! Acho que vou fazer terapia...
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