Há muitas maneiras de avaliar um médico. Formação acadêmica, participação em congressos, artigos publicados, número de cirurgias realizadas, capacidade de diagnóstico, pacientes famosos, e por aí vai. Essas credenciais são muitas vezes levadas em conta na hora de escolher um doutor. Ninguém, no entanto, conhece tão intimamente a complexidade da profissão como os próprios médicos. Só eles possuem os critérios técnicos para avaliar e reconhecer a excelência ou não de um colega. Para chegar aos nomes escolhidos entre os médicos da cidade, Veja São Paulo compôs um júri formado por 110 doutores de reconhecido renome no âmbito universitário, além de clínicos e cirurgiões em atividade no mercado. Cada uma das 22 especialidades escolhidas contou com cinco votantes (nas universidades foram convidados a participar os professores titulares, e nos hospitais-referência, como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz, entre outros, os chefes de equipe). O médico votava na própria especialidade (não valia votar em si mesmo) e nas outras 21. Veja São Paulo se comprometeu com os participantes a não divulgar nem seus nomes nem suas indicações. Ao todo, foram votados 1 037 médicos, ou seja, cerca de 2,5% dos 41 000 profissionais que atuam na capital. MATÉRIA COMPLETAsábado, 13 de outubro de 2007
Quem são os médicos que os médicos indicam?
Há muitas maneiras de avaliar um médico. Formação acadêmica, participação em congressos, artigos publicados, número de cirurgias realizadas, capacidade de diagnóstico, pacientes famosos, e por aí vai. Essas credenciais são muitas vezes levadas em conta na hora de escolher um doutor. Ninguém, no entanto, conhece tão intimamente a complexidade da profissão como os próprios médicos. Só eles possuem os critérios técnicos para avaliar e reconhecer a excelência ou não de um colega. Para chegar aos nomes escolhidos entre os médicos da cidade, Veja São Paulo compôs um júri formado por 110 doutores de reconhecido renome no âmbito universitário, além de clínicos e cirurgiões em atividade no mercado. Cada uma das 22 especialidades escolhidas contou com cinco votantes (nas universidades foram convidados a participar os professores titulares, e nos hospitais-referência, como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz, entre outros, os chefes de equipe). O médico votava na própria especialidade (não valia votar em si mesmo) e nas outras 21. Veja São Paulo se comprometeu com os participantes a não divulgar nem seus nomes nem suas indicações. Ao todo, foram votados 1 037 médicos, ou seja, cerca de 2,5% dos 41 000 profissionais que atuam na capital. MATÉRIA COMPLETA
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