Os críticos do celibato, uma das normas da Igreja Católica, ganharam importante apoio no Brasil. Formado por 110 pessoas, foi criado no sábado 29.09, em Luzerna oeste de Santa Catarina, o grupo Leigos cristãos na contramão, movimento apoiado pelos padres que não podem expressar sua opinião por conta da hierarquia da Igreja. Um dos líderes é Carlos Roma, que por 11 anos estudou para ser frade franciscano, mas deixou a religião e conheceu a mulher de sua vida. Agora casado e com um filho, ele sonha em voltar a ser padre: “Gostaria de retornar como diácono ou sacerdote. A condição atual causa carência afetiva e sexual aos padres.” Há outros pontos polêmicos entre as reivindicações. O grupo quer a revisão da situação dos casais em segunda união, que não podem comungar, e a ordenação de mulheres. “Quero celebrar uma missa”, diz Maria Aparecida Patzlaff, casada há 21 anos e mãe de três filhos. O primeiro ato do grupo foi redigir uma carta e enviá-la ao papa Bento XVI. O grupo recebeu uma mensagem do ex-frei Leonardo Boff, um dos criadores da Teologia da Libertação – linha religiosa que teve força nos anos 80 e que defendia a participação da Igreja na luta contra as desigualdades sociais. “O Vaticano não quer saber de mulher perto do altar, pior ainda em cima dele”, escreveu Boff. “Vale a pena pressionar.” As primeiras reuniões foram realizadas em Luzerna, a
domingo, 7 de outubro de 2007
Padre deve casar?
Os críticos do celibato, uma das normas da Igreja Católica, ganharam importante apoio no Brasil. Formado por 110 pessoas, foi criado no sábado 29.09, em Luzerna oeste de Santa Catarina, o grupo Leigos cristãos na contramão, movimento apoiado pelos padres que não podem expressar sua opinião por conta da hierarquia da Igreja. Um dos líderes é Carlos Roma, que por 11 anos estudou para ser frade franciscano, mas deixou a religião e conheceu a mulher de sua vida. Agora casado e com um filho, ele sonha em voltar a ser padre: “Gostaria de retornar como diácono ou sacerdote. A condição atual causa carência afetiva e sexual aos padres.” Há outros pontos polêmicos entre as reivindicações. O grupo quer a revisão da situação dos casais em segunda união, que não podem comungar, e a ordenação de mulheres. “Quero celebrar uma missa”, diz Maria Aparecida Patzlaff, casada há 21 anos e mãe de três filhos. O primeiro ato do grupo foi redigir uma carta e enviá-la ao papa Bento XVI. O grupo recebeu uma mensagem do ex-frei Leonardo Boff, um dos criadores da Teologia da Libertação – linha religiosa que teve força nos anos 80 e que defendia a participação da Igreja na luta contra as desigualdades sociais. “O Vaticano não quer saber de mulher perto do altar, pior ainda em cima dele”, escreveu Boff. “Vale a pena pressionar.” As primeiras reuniões foram realizadas em Luzerna, a
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Um comentário:
Uma das coisas que eu não entendeo na Igreja Católica padre não pode casar, mas ;pode abusar de crianças e depois tirar férias em algum refugio da Igreja. Abraços
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