quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Nem todo o adolecente se deixa influenciar pelo que vê e ouve

Às vezes fico pensando o quanto as pessoas são curiosas. O comportamento é coletivo até por ali, por que logo chegam às encruzilhadas e cada um toma o seu rumo. Por exemplo, a protagonista do “adultério federal” que não fez nada do que já não se conhece a milhares de anos, esta sendo alvo de comentários, entrevistas, manchetes e usufruindo de tudo o que ela julga ter direito e os babácas de plantão proporcionam. Fisgou um otário metido esperto engravidando, amealhou uma pensão gorda com a qual ela poderá ter mais meia dúzia de filhos se quiser e sustentá-los de maneira farta, e ainda por cima, está faturando alto mostrando o trololó e periféricos. Os principais órgãos de imprensa ontem deram conta de que a banca de revistas do Senado vendeu 40 revistas com a peladona da hora em poucos minutos. É uma oscilação braba na escala de valores. Menos mal que a molecada, fruto da nossa maior preocupação, parece não ter a sua formação afetada. Ontem ouvindo de longe um grupinho as frases eram muitas:
-Ela não ta com essa bola toda.
-É o milagre do photoshop.
-Cai fora meu, uma baita piranha.
-Tem cara de vagabunda.
E a mais pesada:
-Eu acho que não encarava, só em pensar que ela teve com aquele careca na cama eu broxava.

Um comentário:

Anônimo disse...

hahahahaha! Acho que penso a mesma coisa, dias atrás li em outro blog onde ela afirmava que se soubesse que ele era casado nào teria o caso. Alguém acredita nisso?


Abraços e valeu a dica.