Consumismo fortalece 'Papai Noel' em detrimento de Cristo no Natal
Papai Noel já deu de goleada em Jesus Cristo na disputa global por importância no período de Natal. O que se comemora nesta época é o nascimento de Cristo e o que se vê é o desvirtuamento da data e tudo o que ela representa. Poucos são os que se lembram e menos ainda os que se importam do verdadeiro significado do Natal, tudo em nome do consumo e por conseqüência do comércio. Não dou e evito receber presentes nessa época por achar uma bobagem muito grande. Se formos analisar Papai Noel é algo que colocam garganta abaixo das crianças, que em sua imensa maioria elas têm até medo. Um velho barbudo, com roupas estranhas e extravagantes, próprias de um clima frio, num ambiente em que é simulado algo parecido com neve, fenômeno desconhecido da imensa maioria das pessoas de um país sub-tropical e num ‘ro, ro, ro’ que não se sabe o que vem a ser, mas que muitos dizem ser um sorriso. Esse é o cenário de uma 'forçamento de barra' absurdo que obrigam as crianças, volto a dizer, em sua maioria à aceitarem. É o marketing exacerbado, que vem criando gerações de pessoas voltadas para o ‘consumismo desnecessário’. Dou um presente por que tenho disponibilidade, por que poderá ser útil, para alguém que necessita e por que merece, mas sempre sem vínculos com datas. A prova maior que Papai Noel anulou Jesus Cristo no Natal fica por conta das imagens. O Japão é um país budista, a maioria das pessoas sequer sabe quem foi Cristo e, no entanto trabalhadores limpam vidros de um edifício de 31 metros de altura, em Tóquio, vestidos de Papai Noel. Os trajes são usados como parte de um evento promocional de Natal para atrair clientes ao shopping, ou seja, tudo em nome do comércio.
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